Se tiverem um segundo, todo mundo pode fugir e desistir.
Por isso, vamos continuar andando.
Agarre os sonhos que você pintou!
Proteja seus preciosos amigos!
Você vai ficar forte!
Quando você acender a força desconhecida que carrega no seu coração,
Não importa o desejo, não é mentira, com certeza vai se realizar...
Então, me mostre seu coração valente.
Nem todos os dias o sol brilha,
Às vezes, se uma fria chuva cair, apenas abra o guarda chuva
Não existe um mapa de como viver, por isso somos livres.
Você também pode ir a qualquer lugar.
Corra mais rápido que o vento!
Mire mais além do céu!
Você vai encontrar um novo "eu"!
Quando você perceber a coragem desconhecida que dorme no seu coração,
Até a tempestade no seu coração com certeza vai parar...
Por isso, me mostre seu coração valente.
Agarre o futuro brilhante!
Proteja a pessoa que ama!
Você vai ficar forte!
Quebre esse "você" fraco!
Destrua as paredes que te impedem!
Essas batidas cálidas vão virar suas armas.
Por isso, acredite em seu coração
sábado, 26 de março de 2011
Menino
Brincar, treinar e dormir,
Rotina costumeira,
De uma criança ingênua
Uma vida de brincadeira.
Em uma bofetada da vida,
Caio em um mundo de loucos,
Mergulho no mundo dos papéis,
Me afogo de vontade.
Em um momento de infelicidade,
Sou testado,
Semi-derrotado por um punho, que tantos derrubou.
sábado, 29 de janeiro de 2011
A Profissão Militar
"Senhor, umas casas existem, no vosso reino onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta, se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta, se deitam obedecendo. Da vontade fizeram renúncia como da vida.
Seu nome é sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam juntos, fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares...
Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a liberdade e a vida. Publicistas de vista curta acham-nos caros demais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão.
Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição, eles compram a liberdade para todos e os defendem da invasão estranha e do jugo das paixões. Se a força das coisas os impede agora de fazer em rigor tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem.
Porque, por definição, o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai coragem, e à sua direita a disciplina".
(MONIZ BARRETO - Carta a El-Rei de Portugal, 189
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Auto-Confiança
Confio em minha fé,
Confio em minhas mãos caliçadas
e em meus pés
que caminham
Aprendi a ver
e a ouvir,
aprendi a não falar
tudo que ver e escutar.
Não sou um tolo.
Não sou um sábio,
só faço o que sei
só choro o necessário.
Sapateio em risos quando posso,
vivo enquanto há tempo.
Confio em minhas mãos caliçadas
e em meus pés
que caminham
Aprendi a ver
e a ouvir,
aprendi a não falar
tudo que ver e escutar.
Não sou um tolo.
Não sou um sábio,
só faço o que sei
só choro o necessário.
Sapateio em risos quando posso,
vivo enquanto há tempo.
A felicidade não é privativa,
o amanhã não é transparente.
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